quinta-feira, 17 de setembro de 2015

No mesmo nível

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Você já foi ao restaurante Outback Steakhouse? Lá, os garçons se ajoelham para atender os clientes no mesmo nível, olho no olho. Lembro-me da primeira vez que fui lá, isso me chamou a atenção, achei interessante a sacada de ser atendida sem formalidade, uma aproximação entre estabelecimento e eu bem legal, descontraída (na minha opinião). 

Eu me lembrei disso, porque de uns tempos pra cá, há mais ou menos dois meses, a Alice fica realizada quando eu me agacho no chão. A primeira vez que percebi, eu abaixei apenas para pegar alguns brinquedos para guardar. Ela estava no chão e gargalhou na maior felicidade. Depois, comecei a sentar mais no chão para brincar com ela no mesmo nível. É incrível como ela fica feliz. Pega tudo para me mostrar, me abraça, me beija. Percebo que ela me sente mais perto. 

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E a brincadeira preferida dela nessa situação é a de busca aos brinquedos na piscina de bolinhas. Eu falo: vamos procurar os cubinhos na piscina, filha? Nós duas vamos juntas à caça. É gargalhada garantida!

E aí na sua casa também acontece isso? Experimente, é uma delícia!

Curiosidade: 1 ano - Feliz aniversário! Dá para acreditar que um ano se passou desde aquele dia tão emocionante em que ele (a) nasceu? Muita coisa mudou, na sua vida e na desse bebezinho. Se você ganhasse 1 real para cada fralda trocada, para cada camiseta golfada e para cada sorriso lindo do seu filho, certamente teria dinheiro para comprar o arranjo de flores maravilhoso que você merece! (Fonte: Baby Center)


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Alice nos EUA

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Alguém por aí? Porque eu sumi, né?! Rs...

Vou contar para vocês como foram as férias da Alice nos EUA. Afinal, antes de nós viajarmos, todos os relatos de viagens com bebês me ajudaram muito! Foram 12 dias de pura curtição na terra do tio Sam. Separei por tópicos os pontos que achei mais relevantes para compartilha. Então, vamos lá!


DOCUMENTAÇÃO
Para os EUA, bebês também precisam de passaporte e visto. Em Brasília, o passaporte é tirado nos postos do Na Hora, com agendamento prévio pelo site da Polícia Federal. Crianças menores de três anos precisam levar foto 5x7, além dos documentos originais. O passaporte fica pronto em torno de dez dias úteis. O valor da emissão subiu 65% (socorro!) em julho, passando de R$156,07 para R$257,25. Passaporte de bebê tem apenas um ano de validade. :(

Com o passaporte na mão, pode dar entrada na solicitação do visto. É preciso preencher, em inglês, o formulário de solicitação de visto DS-160 (disponível no link: https://ceac.state.gov/genniv/). As perguntas estão em inglês, mas, ao colocar o cursor em cima delas, aparece a tradução. Ao finalizar o formulário, basta agendar pelo site https://ais.usvisa-info.com/pt-br/niv. Aqui em Brasília, o processo do visto passa por mais três etapas, depois do preenchimento do formulário e agendamento:

1) Deve ir ao Venâncio 2000 para tirar foto e biometria, entregar o passaporte e o protocolo de preenchimento do formulário e agendar a ida ao Consulado Americano; 
2) Entrevista no Consulado;
3) Voltar ao Venâncio 2000 para buscar o passaporte, caso não opte por receber em casa (há uma taxa para a entrega). 

A entrada nesses dois órgãos é extremamente restrita. Evite levar bolsa. Basta levar os documentos exigidos. Os bebês só precisam ir ao Venâncio 2000 na primeira vez, para comprovar a existência.  Devem levar a foto 5x7 para menores de três anos. As crianças não passam pela entrevista (afinal, o que iriam perguntar? Você tem intenção de fugir dos seus pais nos EUA? Kkkkkkkkk...) e também não precisa levá-lo para buscar o passaporte. O documento é liberado em cerca de dez dias úteis depois da entrada. Mas você receberá um e-mail quando estiver disponível para a retirada. Valor: U$160 (você já começa a chorar com a alta do dólar a partir daqui).

AVIÃO

Essa parte era uma das minhas preocupações prévias. Apesar de a Alice ser uma criança tranquila, ainda sem muitos pitis (que assim permaneça ou melhore rs...), ela é muito curiosa e hiperativa. A Alice nunca tinha viajado de avião e encarar de cara quase 10 horas de voo foi motivo para eu preparar uma mala com os brinquedos favoritos dela, brinquedos novos para despertar a curiosidade, ipad com vídeos infantis, peta, pão, frutas, água e, caso nada funcionasse, Dramin.  A minha pitoquinha me surpreendeu! Comportou-se muito bem na ida e na volta. Fez amigos (conquistou até os despachantes de malas pela janela do avião), mandou beijo para a humanidade (inclusive aos despachantes) e foi muito elogiada! Na ida, o nosso voo foi pela manhã e fizemos Brasília – Panamá – Miami. Para mim, a conexão também contribuiu para o comportamento da Alice, pois trocando de ambientes, tornou a viagem menos cansativa para ela (eu acho). Então, na ida ela entrou no avião dormindo, pois era muito cedo, permaneceu dormindo por cerca de 2h e depois passou o resto da viagem brincando. Ela almoçou durante a conexão no Panamá. Eu levei a comida no pote térmico (meu melhor amigo desde que a Alice começou a comer) e conservou bem. 

A volta também foi bem tranquila. Como a Alice já estava exausta da viagem, dormiu praticamente o caminho todo. Fizemos o mesmo trecho da ida, Miami – Panamá – Brasília, mas dessa vez foi à noite.

ALIMENTAÇÃO

Socorrooo!!! Perdi muito sono quando estava planejando a viagem por causa da comida da Alice. E não foi a toa! Foi um perrengue daqueles! 

Eu pensei em levar as marmitinhas congeladas, mas como iríamos viajar muito de carro, não daria certo. Mas eu não queria me render às papinhas da Nestlé. Não adianta, não tem santo que me convença que aquilo seja natural, saudável, que não tenha conservantes. Tenho muito preconceito! Mas, diante das circunstâncias, na véspera da viagem fui obrigada a aceitar que não tinha alternativa. Comprei cinco sabores diferentes e deixei o resto para comprar das orgânicas nos EUA. Resultado: a Alice ODIOU! As da Nestlé a Alice aceitava quando estava com muuuuuuuuuuita fome. As americanas, ela só aceitava as de frutas e olha lá, nem com muita fome desciam! Testei as marcas: Gerber (papinha e macarrão), Earth’s Best e Plum (embalagem prática para a criança comer. Essa a Alice aceitou um pouco, mas foi mais por curiosidade, por ser novidade, do que por ter gostado). Os sabores das papinhas americanas são mais adocicados, mesmo as salgadas, como típica comida de lá mesmo. Eu particularmente não gosto! E a minha filha também não curtiu.

Em Miami e em Key West, a Alice ficou praticamente a base de peito, frutas (pelo menos as frutas lá são bem bonitas e selecionadas) e biscoitos. O meu marido comprou um biscoito integral em Miami, no Publix, que a Alice amou, mas eu me esqueci de guardar o nome. Compramos também um biscoito de arroz na BuyBuy Baby, o Baby Mum-Mum, que a Alice tinha amado no dia que compramos, mas o amor morreu ali. No dia seguinte já tinha enjoado e nunca mais quis nem olhar. Rs...

A Alice só comeu bem em Orlando, pois nos hospedamos na casa de uma tia querida e ela preparava a deliciosa comidinha brasileira para a Alice. Fomos também ao Camila’s e a Alice comeu bem. E na Disney, no Magic Kingdom, nós almoçamos no restaurante Crystal Palace com a turma do ursinho Pooh e a Alice repetiu o prato de arroz, frango e legumes duas vezes.

Almoço Crystal Palace
Em Orlando há três restaurantes brasileiros, o Camila’s, o Vittorio’s e o Giraffas, todos na International Dr. Em Miami tem o Camilla’s.

O ideal em viagens com bebê é que, se não der para levar as marmitinhas congeladas, hospedem-se em locais com cozinha para pelo menos conseguir fazer o básico para o pequeno (a).

Ah, e é importante de se lembrar de que os restaurantes nos EUA fecham bem cedo, às 22h. Então, se você perder a hora em passeios ou compras, só vai restar fast food.

PRAIAS
Key West
O motivo #1 da nossa viagem era praia. Mas em julho não é uma época muito boa para praias nos EUA. É verão, tem um sol lindo, muito calor, mas também chove. Com isso, as praias ficam cheias de algas e com impressão de sujas. Perde um pouco aquela beleza de areia fofinha e clara e água bem azul. Mas pegamos praia em Miami e em Key West. Na ilha Key, nós nos decepcionamos com as praias de banho. A melhor tinha muitas pedras e corais na areia. Mas a ilha é maravilhosa, vale muito a pena! Eu voltaria várias vezes. Uma cidadezinha superagradável com o por do sol mais lindo que eu já vi. No caminho para a ilha tem muito pontos de banho que parecem maravilhosos, mas não paramos porque estava extremamente quente. Expor um bebê naquele sol não seria legal.

DISNEY

Ahhh, a Disney! Um sonho para qualquer idade! 


Eu sempre falei que a Disney não é lugar para crianças pequenas, pois os parques são muito grandes e cansativos, além de caros para não aproveitar tanto e a criança nunca mais se lembrar. De fato, os adultos que vão com crianças não conseguem aproveitar tanto quanto irem sozinhos. Mas, para mim foi uma experiência fantástica! Com certeza a Alice não vai se lembrar de mais nada, mas ela curtiu muuuuuuito, viveu cada momento, gargalhava nos brinquedos e fez a mamãe boba chorar de emoção com a alegria dela. Nós fomos apenas ao Magic Kingdom, como eu já conhecia todos os parques e o Fábio não fazia questão, optamos por este, pois é mais a cara da Disney e tem mais brinquedos voltados para a idade da Alice. A programação foi para ela. O que ela mais amou no parque foi o Walt Disney’s Enchanted Tiki Room, um espetáculo de pássaros tropicais e flores coloridas que ganham vida numa arena fechada. É bem bobinho, mas tem muitas cores e músicas que deixam as crianças encantadas. E de brinquedos, a Alice amou o carrossel e o tapete mágico do Aladim (este ela chorou quando terminou, queria mais). 

Na fila do Enchanted Tiki Room
Alegria no carrossel
Como coloquei lá em cima, nós almoçamos com a turma do ursinho Pooh. A Alice amou! O primeiro personagem que foi à nossa mesa foi o Bisonho (burro). No começo a Alice se assustou, mas logo viu que ele era fofo e curtiu todos. Fez carinho e não queria mais largar cada personagem que aparecia na nossa mesa. 


Outro momento marcante foi o a diversão da Alice enquanto dançávamos na chuva que caiu para refrescar no Incredible Super Dance Party.

E para fechar o dia, a minha pequena ficou hipnotizada com o maravilhoso show de fogos no castelo da Cinderela. É uma explosão de emoção! Impossível não se encantar.


COMPRAS


Sim, a Alice foi para os outlets, achou cansativo (claro), mas colaborou bem. Entre uma loja e outra, eu dava peito para ela, brincávamos o tempo todo, ela dava umas voltinhas com o papai enquanto eu demorava em certas lojas e tivemos um grande aliado, aquele biscoito integral de Miami. 

O meu top 10 de dicas de compras para bebês nos EUA com a idade da Alice (ela estava com 10 meses), sugiro:

1) Carrinho de bebê guarda-chuva Chicco LiteWay (nem levamos carrinho, compramos lá)


2) Cadeira para carro Chicco NextFit Zip
3) Qualquer produto da Skip Hop Zoo (amooo essa marca), mas o que não pode faltar é o pote térmico. 
4) Copo Natural Avent
5) Roupas Carter’s
6) Pomada Desitin (eu só uso a roxa)
7) Hidratante Cetaphil (ótimo para qualquer idade)
8) Pote Gyro Bowl (o prato que não derrama, gira 360º)
9) Colher 360º
10) Controle remoto Fisher Price (os bebês acham que é um telefone, amam!)

A minha classificação das lojas de bebês:

1) BuyBuy Baby – para mim, a melhor! Sempre que entrava ficava louca! Tem em Miami e em Orlando. E a cada compra, você ganha um desconto na nota fiscal que deve ser gerado por meio sms. Ah, é o melhor lugar para comprar carrinho e cadeira para carro, a variedade e enorme.



2) Carter’s – a melhor loja de roupas de bebê. Tem em todos os outlets. E fique de olho nos desconto, pois a Carter’s oferece descontos pelo site, pelas notas fiscais e pelos livros de descontos dos outles que valem muito a pena comprar. Custam entre $5 e $10 dólares, mas rapidinho você compensa esses valores.

3) Target – Para quem enlouquece no Walmart e ainda não conheceu o Target, não perca a oportunidade na próxima viagem. Tenho a impressão que o hipermercado consegue ser maior do que o Walmart e é muito mais organizado. Produtos de farmácia, como pomadas, hidratantes, protetores solar, fraldas, lenços umedecidos são bem mais em conta lá. Em Orlando tem para todos os lados e em Miami tem no Sawgrass (não pesquisei se tem mais em Miami, mas acredito que tenha). Para mim, o único ponto negativo é que não é 24h.


4) MacroBaby – tem apenas em Orlando. É muito boa, mas tem umas coisinhas de “malandragem brasileira” que me incomodaram. Os preços são praticamente os mesmos das outras lojas da mesma categoria, mas eles colocam  as etiquetas com aquelas falsas promoções típicas do Brasil do tipo “de $16 por $6,99”, sendo que os $16 nunca existiram, sabe? Além disso, é bem ruim de desconto. Dá apenas $5 dólares de desconto para usar no dia seguinte. Hello! A diversão das compras nos EUA são os descontos, ora! Rs... E a loja não trabalha com a marca Chicco.


5) Babies R us – Achei meio desorganizada e voltada mais para brinquedos, mas tem muitos produtos que têm preços mais baixos. 

6) GAP – Ótima para moletons e tem muita roupa fofa também. Encontra-se em todos os outlets, com o mesmo esquema de descontos da Carter’s

7) Place – A qualidade das roupas não é tão boa quanto a da Carter’s, por exemplo, mas o preço compensa muito! E tem muita coisa fofa.

VIAGENS DE CARRO

Nós alugamos carro e retiramos no aeroporto de Miami, quando chegamos. Para mim, é praticamente inviável ficar na Flórida sem carro. De Miami para Key West, levamos em torno de 5h. A estrada é MA-RA-VI-LHO-SA! Dirigir numa ponte sob um oceano azul é incrível! 


Para Orlando também gastamos praticamente o mesmo tempo. Dá para fazer mais rápido, mas com bebê tem que parar para amamentar, trocar a fralda... Aí, o tempo vai embora. E na ida para Orlando pegamos um temporal horrível, de dar medo.

No carro, a Alice não se comportou nada, só quando estava dormindo (rs...)! Como ela ainda estava na fase de bebê conforto, ficava extremamente irritada em ter que ficar presa e de costas. O tal biscoito integral nos ajudou muito também nos trechos de carro e os vídeos da Palavra Cantada tmbém.

ALFÂNDEGA

Atenção, Brasil, estamos em crise! Quando eu voltei, tive a impressão que todos que estavam chegando dos EUA foram parados e abriram TUDO! Não adiantava a mala estar com protec bag, magic bag ou qualquer tipo de proteção, pois eles não têm dó. Mas uma amiga que foi recentemente passou tranquilamente sem perguntarem nada. Talvez foi falta de sorte minha, mas vale o alerta.

Bom, acho que é isso... Quem quiser tirar alguma dúvida, estou à disposição. Podem deixar o contato nos comentário ou me enviar um e-mail para minhavidaemsemanas@gmail.com que eu responderei com o maior prazer.

REGISTRO DO DIA: Ontem (02/09/2015), a Alice deu os seus primeiros passinhos. Que emoção! <3

CURIOSIDADE: O bebê com 11 meses e 3 semanas – Agora que seu bebê está cada vez mais receptivo a instruções, é um bom momento para começar a ensiná-lo regras de boa educação. Reforce as palavrinhas mágicas "por favor" e "obrigado" (principalmente pelo exemplo!) e mostre que é preciso recolher os brinquedos do chão. O melhor é transformar a operação de guardar numa brincadeira. Bebês adoram colocar objetos dentro de recipientes. Você precisará ficar do lado dele o tempo todo enquanto ele "arruma" a bagunça. Não tenha grandes expectativas, e capriche no elogio. Seu filho também consegue responder a perguntas simples, especialmente se você der dicas com gestos. Pergunte: "Cadê a boca do nenê?" e aponte para a sua. Você provavelmente já até faz isso por instinto. (Fonte: Baby Center)
 

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