Diante das adiações da cirurgia do Davizinho, o meu marido precisou voltar para casa, com o coração na mão, bem no dia D, por conta de trabalho. Mas Deus é bom demais, sempre dá um jeitinho para provar que está conosco.

Hoje, o dia já amanheceu lindo, apesar daquela tensão ter nos dominado desde cedo. Preparei o Davizinho, dei o mamar às 7h30, para completar as 3h de jejum pré-cirúrgico exigidas e às 11h30 foi o momento mais difícil do dia, entregar o meu filho ao centro cirúrgico. Nunca senti dor maior! Seis horas e meia depois, uma hora e meia antes da média que esperávamos, o procedimento foi encerrado e a secretária do hospital me encaminhou ao centro cirúrgico para receber o boletim médico. Para minha surpresa, quem aparece? O Dr. Marcelo Jatene! Ele fez questão de me passar o boletim do procedimento, que foi muito bem sucedido, sem nenhuma intercorrência e comentou sobre o encontro de ontem com o meu marido. Então disse: Você pode ligar para o Fábio para eu conversar um pouco com ele? Lutando contra a queda de sinal no subsolo do hospital, consegui falar com o meu marido. Diante de muita angustia e perguntas sobre a operação, fui obrigada a interromper: Lindo, espere, tem alguém que quer falar com você! E passei o telefone ao Dr. Jatene.
“Fábio, fiquei muito emocionado com você ontem e por isso fiz questão de falar com vocês. Foi tudo bem e agora precisamos de paciência!”, disse o Dr. Jatene com os olhos cheios de lágrimas.
Logo depois, fiquei de plantão na porta da UTI, à espera do Davi. Eis que chega o meu pequeno, todo inchadinho e entubado, mas a coisa mais linda e me trazendo um alívio indescritível! As enfermeiras até pararam para os pais que estavam de prontidão na porta da UTI comemorarem junto comigo.
Agora o Davi está bem, graças a Deus. As próximas 72h são cruciais e o pós-operatório é bastante delicado. A primeira noite é bem comum haver intercorrências, mas a equipe está preparada para tudo. Deus não abandonará o nosso pequeno! Pelo menos, pelos próximos quatro dias, é importante que ele se mantenha dormindo, para evitar que as taxas de pressão, saturação, freqüência cardíaca, etc, sejam descompensadas. Por enquanto está sem sedativo, pois é preciso assistir às respostas dele. Aos poucos, caso necessário, ele será sedado. Agora é ter paciência, pois o pior já passou.
Obrigada, obrigada, meu Deus, pai misericordioso, médico dos médicos. Obrigada por ter nos dado uma missão dura para enfrentar, mas que veio carregada de recompensas valiosas.
Obrigada a todos pelas correntes de fé!
CURIOSIDADE: O bebê de 5 meses, 2ª semana – Talvez o bebê comece, em breve, a dar os primeiros sinais de uma das etapas mais importantes do desenvolvimento emocional dele: estranhar pessoas desconhecidas, ou com quem ele não convive tanto. Pode parecer uma coisa ruim, mas não é. É sinal de que o bebê entendeu que ele é uma pessoa separada da mãe. O problema é que o bebê não sabe que você vai voltar, a cada vez que desaparece da vista dele. Para algumas crianças essa sensação de medo é mais forte que para outras. (Fonte: Baby Center)
CURIOSIDADE: O bebê de 5 meses, 2ª semana – Talvez o bebê comece, em breve, a dar os primeiros sinais de uma das etapas mais importantes do desenvolvimento emocional dele: estranhar pessoas desconhecidas, ou com quem ele não convive tanto. Pode parecer uma coisa ruim, mas não é. É sinal de que o bebê entendeu que ele é uma pessoa separada da mãe. O problema é que o bebê não sabe que você vai voltar, a cada vez que desaparece da vista dele. Para algumas crianças essa sensação de medo é mais forte que para outras. (Fonte: Baby Center)