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sábado, 11 de maio de 2019

Eu sempre serei mãe



Ela diz que eu serei sempre a mamãe dela... Ela só diz a verdade!

Ela jura que eu sou a melhor mãe do mundo... E eu acredito!

Porque eu me entrego por inteira, para buscar o melhor para nós;

Eu não preciso anular-me para ser mãe. O que intensifica ainda mais a admiração dela por mim;

Porque eu arrumo força de onde nem eu mesma consigo explicar, para tentar evitar que os problemas da vida a atinjam;

Porque eu faço questão de estar presente em todos os detalhes, conquistas, descobertas e fases;

Porque eu me esforço para driblar as coisas que têm a facilidade de nos distanciar, como tecnologia, trabalho fora de hora e até mesmo a preguiça;

Porque eu nunca cogitei desistir dessa missão, mesmo tendo o seu lado tão difícil;

Porque ela me fala com tanta frequência e espontaneidade que me ama, com abraços e beijos que acendem tudo de mais maravilhoso dentro de mim;

Porque a nossa gratidão por ter uma à outra é recíproca;

Porque eu me sinto insubstituível desde a época do Davi.

São tantos os motivos... Essa lista é infinita, assim como a nossa relação, que vai muito além do PARA SEMPRE!

A Alice está crescendo na velocidade da luz e o tempo passará cada vez mais rápido. Vai conquistar, perder, subir, cair, chorar, sorrir, afinal essa é a vida real. O futuro é incerto e passageiro. Mas, uma certeza eu tenho: EU SEMPRE SEREI MÃE! Do Davi e da Alice.


Feliz Dia das Mães, para quem ganhou essa missão eterna!

domingo, 13 de maio de 2018

Tem quem me ache... MÃE

Tem quem me ache a melhor mãe do mundo, por eu depositar todo o amor que existe em mim na maternidade;

Tem quem me ache uma mãe rígida demais, por eu não tolerar determinados comportamentos da minha filha;

Tem quem me ache a mãe mais divertida, por eu entrar literalmente nas brincadeiras de criança;

Tem quem me ache a mãe mais impaciente, por me pegar no flagra nos momentos do meu ponto fraco, quando tenho que lidar com birras;

Tem quem me ache a mãe mais desapegada, por eu não me desesperar quando a minha filha adoece ou se machuca;

Tem quem me culpa, quando a minha filha apresenta comportamentos bipolares, tipicamente infantis, em público;

Tem quem me ache sensível demais, por eu morrer de chorar com declarações simples que vêm dela;

Tem quem me ache a mais forte, por eu ter mantido o meu filho entre nós e ter plantando um amor fraternal indescritível na minha filha;

São tantos reconhecimentos e julgamentos, mas tudo isso define a MATERNIDADE. Uma coisa louca, que nos faz sentir o maior amor do mundo, os maiores medos, as maiores inseguranças, os maiores desesperos... Tudo é muito intenso. E essa intensidade é recíproca, de MÃE para filho (a) e vice-versa. 

Mas as recompensas que eu tenho são valiosas!

Tenho o sorriso mais lindo do mundo:


O abraço mais caloroso:


O melhor beijo do mundo:


As declarações mais sinceras:


E ela faz questão de provar diariamente que eu sou insubstituível!

MAMÃES, desejo todas essas recompensas!

FELIZ NOSSO DIA!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

FELIZ NOSSO DIA, MÃES!



Eu já ganhei os melhores presentes da vida: meus filhos, Davi e Alice;
Mas eu já sofri assédio moral por ser mãe;

Eu já me senti a melhor mãe do mundo para os dois;
Mas já fui desqualificada quando ambos apresentaram comportamentos inadequados aos impostos pela sociedade;

Eu já senti a imensidão do amor que só quem é mãe consegue entender;
Mas já me olharam torto quando eu falei que não amo o tempo todo;

Já me elogiaram por a minha filha ser linda, amorosa e educada;
Mas as condenações por eu ser a única culpada por comportamentos anormais também são frequentes; 

Eu sempre morro de saudade quando eu passo muito tempo longe da minha filha;
Mas a saudade já se esgotou em cinco minutos depois de encontrá-la naqueles dias de fúria;

Eu acredito que a melhor forma de educar é com diálogo e paciência;
Mas eu já gritei, quis chorar e sumir diante de certas situações;

Eu procuro ser a melhor mãe para ela desde antes dela nascer, quando eu realmente era a mãe perfeita;
Mas eu sei também que preciso errar, morder a língua e sentir na pele todas as dificuldades da maternidade para eu realmente aprender e alcançar o mínimo do meu objetivo;

Vira e mexe me acham uma mãe desnaturada, por eu estimular a independência da minha filha;
Mas eu também me pego julgando quem protege excessivamente  aos meus olhos;

Tem quem ache um absurdo o meu jeito "errado" de colocar a minha filha de castigo, quando eu acho que ela merece, desde um ano de idade;
Mas existe certo ou errado? Ou é melhor cada mãe adotar as teorias que realmente sejam funcionais na prática de sua rotina?

Tem sempre alguém para me achar incapaz para alguma coisa;
Mas quando eu me vejo correndo contra o tempo para não perder o horário para buscar a minha filha na saída da aula, não perder as reuniões da escola, cumprir os compromissos diários e ainda ter fôlego para brincar, ficar feliz diante da minha filha e ainda driblar as manhas de normalmente surgem, virar a noite em claro quando ela adoece e ainda ter que levantar às 6h30, não consigo imaginar nada mais desafiador para eu enfrentar;

Eu já briguei com o meu pai para desembolsar grana para dar o presente mais caro para a minha mãe, pois ela sempre mereceu o melhor;
E hoje o meu sonho é ganhar um colar de macarrão feito pela minha baixinha;

Eu escuto com frequência as frases:
☀️: Bom dia, mamãe!
❤️: Mamãe, sabia que eu te amo muitão?!
💁: Que linda, mamãe! Você está linda!
🤗: Você é a minha fofuchinha, mamãe!
😜: Mamãe sapeca! (Com a risada mais gostosa do mundo)
💞: Colinho, mamãe!
💓: Eu sou a sua bebê! (Quando bate saudade de mamar no peito)
🥘: Deixa eu te ajudar a fazer o papá, mamãe? Por favor?!
💃: Vem dançar comigo, mamãe!
🎈: Vem brincar comigo, mamãe!
📚: Senta aqui para ler uma historinha para mim, mamãe!
🎡: Mamãe, quero ir pro parquinho!
🙏: Papai do céu, obrigada pela minha mamãe linda!
👑: Deixa eu brincar só mais um pouquinho? Por favor, mamãe?!
E eu só desejo que frases como essas soem para as outras mães com a mesma frequência divina que os meus ouvidos escutam;

O Dia das Mães sempre me emocionou, mesmo antes de eu ser uma;
E agora eu já choro ao escrever este texto, imagine quando eu assistir à apresentação da escola da minha filha!

A vocês, mães, desejo que sejam menos julgadas e mais amadas, ajudadas, acolhidas. Não é nada fácil esse cargo de MÃE, mas como vale a pena, não é?!

FELIZ NOSSO DIA, MÃES!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

2 DES: desfralde e desmame

 
Aos dois anos e dois meses, a Alice entrou em dois grandes processos de mudança de uma vez: o desfralde e o desmame. Pesado? Talvez. Mas, a coincidência não foi planejada.

Quem me conhece sabe que, por mim, ela continuaria com fralda até os 15 anos (rs...). Eu sempre tive PAVOR dessa fase de desfralde, sabia que precisaria de terapia focada nisso para me preparar. Mas, de repente partiu da Alice que chegou a hora. O que restou a mim foi aceitar.

Quanto ao desmame, sempre curti muito amamentar, mas o meu cansaço chegou. E como eu sempre digo, se os dois lados não estão curtindo, então, não vale a pena insistir.

Então, deixa-me te contar como tudo isso está acontecendo por aqui!

DESFRALDE


Você sabe o que são esfíncteres? São os músculos responsáveis pelo comendo das necessidades fisiológicas. As crianças começam a conseguir controlar entre 18 e 24 meses. Então, este pode ser o momento para iniciar o desfralde, mas cada um tem o seu ritmo.

Na primeira fase do desfralde, deve deixar a criança sem fralda, com calcinha ou cueca, apenas em casa. Quando ela começar a identificar as vontades, pode evoluir para os passeios sem fralda. O desfralde noturno é a última etapa, pode demorar. Uma dica para saber quando é o momento certo é observar como a fralda acorda. Se ainda estiver muito molhada, é melhor esperar um pouco mais. Mas sempre leve a criança ao banheiro antes de dormir para esvaziar a bexiga.

É normal ocorrerem escapes no começo. Então, certamente a criança fará xixi e cocô na calcinha ou cueca, mesmo depois de passar horas no vaso sem fazer nada. Nessa hora, respire fundo, PACIÊNCIA para agir da forma mais natural possível. Limpe mostrando que a ocorrência não é um problema, pois a tendência é que a criança fique constrangida e insegura por conta da escapada. 

A Alice começou num domingo. Eu dei uma saidinha e a deixei por algumas horas com a minha mãe. Quando eu cheguei, a minha “bebê” estava sentada no vaso. Ai, meu Deus! O meu coração acelerou!

A minha mãe me contou que ela tirou a roupa e foi ao banheiro, em direção ao vaso: quero fazer xixi! E lá ficou por horas, sem fazer nada, mas insistindo que queria.

Mesmo eu não estando preparada para este momento, eu não poderia desrespeitar a hora DELA. Então, eu já corri atrás de informações para eu me situar ao processo. Entre Google, dicas de amigas que já passaram por isso, metodologias pedagógicas e orientações médicas, eu adotei as metodologias das quais eu mais me identifiquei.

A pediatra da Alice fez uma lista de dicas para mim:

1)Paciência;
2)Compre redutor de assento de vaso e peniquinho (ela orientou ter os dois, mas eu preferi só o redutor);
3)Paciência;
4)Decore o redutor e o penico com o seu filho (a) com adesivos, por exemplo, mas ele sentir que os acessórios são dele (a);
5)Paciência;
6)Colocar um banquinho para servir de base para as perninhas quando estiver no vaso e também para subir quando for usar;
7)Paciência;
8)Sempre que a mamãe ou o papai for usar o banheiro, colocar a criança sentada no pinico para estimulá-la;
9)Paciência;
10)Perguntar sempre se ela quer fazer xixi ou cocô, pois ela ainda não conhece a tal “vontade”;
11)Paciência;
12)Procure as melhores formas para o seu filho (a) entender o que é a vontade de ir ao banheiro.
13)Paciência;
14)Orientar que ela não deve ficar pelada na frente de qualquer pessoa. Uma boa forma para começar as prevenções contra abuso sexual;
15)Paciência;
16)Se houver escape (no começo acontece muito), tratar com naturalidade para mostrar para a criança que não tem problema nenhum;
17)Paciência;
18)Não brigar jamais! Isso traumatiza, trava a criança e regride o processo;
19)Paciência;
20)Em caso de menina, ensinar a limpar de frente para trás;
21)Paciência;
22)Comemore quando a criança fizer xixi ou cocô no vaso;
23)Paciência;
24)Dê tchau ao cocô na hora de dar descarga;
25)Paciência.

Para as duas entrarem no processo juntas (a Alice e eu), usei um método que achei interessante usado em uma escola que visitei antes de saber que eu já estava na porta de entrada do desfralde. Marcar o momento com um presente.

Comprei um kit de calcinhas e embrulhei de presente. Marquei uma reunião na creche, com a participação da Alice, para alinhar tudo sobre o processo. A tia e eu explicamos à Alice sobre a nova fase que ela estava entrando. Então, falei: filha, você está virando uma mocinha! Por isso, a mamãe trouxe um presente para você.

Ela ficou tão feliz, pediu ajuda para abrir o presente em êxtase! E quando viu que eram calcinhas, pulou de alegria, queria voltar correndo para a sala, para mostrar o presente para as amiguinhas e para a tia Tainan (a amor da vida dela).

Nessa hora, todo o peso que eu construí no meu psicológico sobre o desfralde despencou. Pelo menos ali eu consegui curti. Fiquei emocionada!

Teve outro método que eu também achei interessante para dar início que é o do mascote. Usar um personagem que chame a atenção da criança para ela dar de presente a fralda. Essa metodologia é muito usual quando se tenta tirar chupeta ou mamadeira.

Uma alternativa divertida também pode ser levar a criança para escolher as peças íntimas para comprar. Além das calcinhas e cuecas convencionais, o mercado oferece as peças e treinamento, que seguram mais os escapes. No Brasil ainda são bem caras, mas no Aliexpress encontra kits mais em conta e de qualidade.

Há também uma infinidade de acessórios para entulhar o seu banheiro durante o desfralde. Redutores de vaso e penicos para todos os gostos e bolsos, escadinhas, banquinhos... Para meninos, tem mictórios e garrafinhas para fazer xixi quando estiverem na rua. 



Há livrinhos pedagógicos que também podem ajudar a criança a entender melhor sobre o processo de desfralde.


O processo pode ser fácil para uns, demorado para outros. Para mim, tem sido bem chato, isso sim (rs...)! Mas eu estou sem pressa, num ritmo bem tranquilo.

DESMAME


Um pouco antes de a Alice completar dois anos, eu percebi que ela diminuiu bastante as mamadas. Ela sempre teve uns horários coringas, como na saída da creche e na hora de dormir. Mas foi quando ela “se esqueceu” que precisava mamar antes de ir embora da escola, que me chamou a atenção de verdade. Confesso que o meu coração apertou. Acho que é mais fácil (ou menos difícil) quando a decisão de parar parte de você (mãe). "Rejeição” é uma definição muito forte para o que eu senti, mas foi mais ou menos isso.

O tempo foi passando e realmente eu fui cansando. Então, preferi aceitar que a minha missão mamífera estava chegando ao fim. Comecei o processo sutilmente, conversando com a Alice. Mas percebi que ela não queria aceitar a colocar um ponto final nas mamadas.

Então, aproveitei um fim de semana que a Alice passou com o pai (chocando a sociedade em 3,2,1... afinal, nem todos sabem que eu me divorciei, há muito tempo por sinal) para iniciar o processo de verdade.

Para o desmame, eu adotei o método do “peito dodói”. Comecei na última segunda-feira (7), colocando band-aid nos peitos para a Alice entender melhor. No primeiro dia, ela ficou meio confusa, mas logo respeitou o dodói da mamãe. No segundo, eu a senti mais carinhosa, toda hora ela me abraçava e me beijava e de repente ela beijou o meu peito e disse: sarou, mamãe! Quase morri nessa hora! Mas me mantive firme.

No terceiro dia, teve a primeira recaída. Ela ficou mais agressiva, me bateu sem motivo e estava emburrada. Conversei com ela calmamente e logo ela me pediu desculpas e melhorou o comportamento. No quarto dia, ela voltou com o carinho e, driblando uma vergonhinha fofa, ela falava meio constrangida: quero mamar, mamãe.

Já estou sem dar peito há sete dias. Estou achando o processo muito tranquilo. A única dificuldade que estou enfrentando é o horário de dormir da Alice. Como ela só dormia no peito, ela ainda está aprendendo a dormir sem. Com isso, ela perdeu o horário, nesta semana dormiu bem tarde, passou da 1h30. Mas a cada dia está progredindo um pouquinho.

Agora, estou aproveitando o processo para colocar a Alice para dormir como em comercial de margarina, lendo um livro (estou conseguindo ler de verdade e não apenas a primeira página como era antes, por causa da impaciência dela para ver o livro inteiro em três segundos), fazendo cafuné, cantando a música que ela escolhe e rezando para ela aprender a agradecer pelo o seu dia.

E no meio de tanto carinho que esta fase está aflorando ainda mais, ontem teve uma situação que merece ser registrada. A Alice me encheu de beijos, me deu um abraço apertado e disse: mamãe, eu te amo! De novo, eu quase morri e eu a enchi de beijos. Depois eu perguntei:

Eu – Filha, você sabe o que é amor?

Alice – Não sei.

Eu – É quando você gosta muito de uma pessoa, não quer parar de beijá-la, abraçá-la e não se cansa de vê-la.

Então, ela me agarrou de novo, me encheu de beijos e disse – Assim?

Claro que eu chorei, né?!

A minha filha não é mais um bebê...

E você tem alguma coisa para compartilhar sobre desfralde e desmame? Vamos trocar figurinhas!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Hora do Mamaço

Estamos na Semana Mundial de Aleitamento Materno. Um ato que começa com dor, mas que vira um amor imensurável! Só quem vive, entende. É o aconchego, aquela mãozinha linda que te acaricia, trocas mágicas de olhares. Mas também cansa, tem hora que dá vontade de chutar o balde e desistir. Apesar de todos os benefícios cientificamente comprovados, que vão além da saúde do bebê, o importante é que os dois lados curtam esse momento: a mãe e o filho (a).

Eu ainda estou curtindo, ainda não passa pela minha cabeça a data de encerramento. E brinco que, se depender da Alice, essa fase alcançará os 15 anos de idade dela (risos...). Mas quem vê não imagina o quanto eu sofri no início, foram quase dois meses de lágrimas incontroláveis, muita dor, peitos dilacerados. Eu só insisti porque eu já tinha vivido a amamentação com o Davi e a minha experiência foi divinamente perfeita.

O Davi mamou até o seu último dia de vida. E entre esse 1 ano e 18 dias, descobri  mitos e verdades sobre o tema, assisti curas e senti todo o amor que as propagandas da Johnson’s transmitem sobre maternidade. Com a Alice, tudo se confirma nessa jornada de 1 ano e quase 11 meses que vivemos juntas.

Para comemorar a Semana Mundial de Aleitamento Materno, no próximo sábado (06), acontecerá A Hora do Mamaço. O evento será realizado às 15h30, no café Cobogó, que fica na 704/705 Norte. Vamos nos encontrar lá?

A Hora do Mamaço
Data: sábado, 06/08
Horário: 15h30
Local: Cobogó – 704/705 Norte

Dica: Está grávida e deseja amamentar? Informe-se, prepare os peitos, previna-se de possíveis fissuras e seja feliz.  Eu sempre indico para as mães procurarem um  banco de leite ou profissionais habilitados antes da chegada do bebê e nos primeiros dias. Amamentar é sim incrível, mas o início não é nada fácil! Precisa persistir para não desistir. Vale a pena o empenho! Eu garanto! O banco de leite do HMIB salvou a minha vida de lactante com a Alice.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Lado A de MÃE

 
Há mais de cinco anos fui concedida ao maior dom que acredito que a mulher possa ter: tornei-me MÃE. Fui pega de surpresa, chorei, mas logo comemorei. Depois, tive outra surpresa. O meu primogênito tinha um sério problema cardíaco. Chorei de novo, mas logo voltei a comemorar, pois, para mim, nada nesta vida é em vão. Ele nasceu e chorei novamente pela maior emoção que já tinha vivido. Mas a comemoração sempre esteve presente, pois foi assim que o Davi me ensinou a dar mais leveza aos meus dias, durante o seu 1 ano e 18 dias de VIDA.

Na próxima fase da minha jornada, chorei muito durante dois anos de tentativas falhas para engravidar. Mas eu tentava me conformar com noites livres para farrear, sonos tranquilos e não interrompidos, viagens sem preocupações de enlouquecer, por conta de alimentação ou local bem estruturado para hospedagem.

E quando engravidei da Alice, chorei, é claro. Um choro de alegria que dava vontade de compartilhar com o mundo com um grito estridente. E no meio da mistura louca de felicidade, sensibilidade, medos e ansiedade, volta e meia aparecia algum machista (a maioria mulheres) para tentar me convencer que eu era incapaz de continuar a fazer o que eu já fazia antes, por eu estar carregando uma metamorfose em meu ventre.

A Alice nasceu e de repente o trabalho em casa se multiplicou, afinal, eu tinha que me adaptar ao ritmo da minha bebê e ainda dar assistência ao marido que nunca se lembrava de onde tinha largado qualquer coisa fora do seu devido lugar.   Eu tinha que separar as roupas de bebê para lavar e catar as peças masculinas espalhadas pela casa. E em épocas de doenças já precisei parar para avaliar qual dos dois “filhos” mereciam atendimento prioritário. Achei estranho quando percebi que esses problemas paralelos que já existiam antes da chegada da minha filha estavam me dando mais trabalho do que a nova rotina materna em si. Afinal, na gravidez, o que mais se escuta é "PREPARE-SE!", junto com o tsunami da onda do “lado B” da maternidade que surgiu nos últimos tempos.  Resumindo, filho dá trabalho, mas marido quase sempre dá mais.

Entre todos esses episódios, de vez em quando eu me lembro de que chorar não é sinônimo de fraqueza, como a sociedade impõe, e me permito fazer o que me faz bem: chorar por um bom filme, chorar por lembranças lindas, chorar por excessos de cobranças, chorar por simplesmente precisar.

A minha intenção aqui não foi tentar mostrar que a minha vida não é fácil, tentei representar a metáfora do estresse no copo d’água (conhece?). Talvez muitas mães tenham se identificado em alguma parte do que relatei ou quem sabe em tudo. O fato é que todas nós temos uma vida louca já agarrada ao nosso gênero. Então, o peso absoluto dos problemas não importa, depende de como cada uma dá importância a eles.

A maternidade é recheada de lado B, mas o A é tão gostoso! Por isso, temos um dia só nosso, para sentirmos como vale a pena viver todo o lado B que a vida nos propõe. É muito gratificante viver o A.

Desejo um dia das mães só no lado A para você, companheira!

FELIZ DIA DAS MÃES!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Às mães...

Foto: Jalila Arabi

A você, mamãe, que acabou de descobrir um “feijãozinho” em seu ventre, ou que já sente os chutinhos, ou que acabou de dar a luz, ou que já está penando com o duro começo da vida materna, ou que está curtindo cada fase da louca metamorfose do bebê, ou que se vira nos 30 para conciliar casa/trabalho/filho/marido, ou que está encarando a louca fase da adolescência, ou que já é mãe duas vezes por ter um netinho (a)... Desejo a você, mulher maravilha, uma caixa de pandora neste Dia das Mães. E que ao abri-la, exploda:

Sorrisos banguelas ou com dentes do seu filho;

Beijos babados ou bem estralados;

Abraços desengonçados ou bem apertados;

Aquela gargalhada gostosa do seu filho que te faz esquecer todos os problemas;

Paixão avassaladora pelo olhar doce do seu filho;

1001 motivos de orgulho do seu filho;

Prazer de mergulhar fundo na maternagem;

Descobertas e conquistas surpreendentes;

Sensibilidade para captar todas as lições que os nossos pequenos mestres são capazes de nos ensinar;

Sensação de missão cumprida a cada objetivo que você traçar para oferecer o melhor à sua cria;

Percepção para entender que a vida é muito curta para deixar de curtir as coisas simples;

Motivos de sobra para agradecer e deixar de pedir mais;

Um presente especial que faça o seu coração explodir de emoção (seja um colar de macarrão ou uma viagem internacional);

Aquela paz interior que o seu filho transmite enquanto dorme profundamente;

Menos culpa ao ver o seu filho triste, doente, birrento;

Muitos momentos especiais para deixarem saudades;

Saúde para ter uma longa jornada;

Força para quebrar as pedras do caminho;

, seja qual for a sua crença;

Lágrimas de emoção, porquê chorar também faz bem;

E um sol lindo para aproveitar melhor o dia ao lado do seu filho.

Que o seu Dia das Mães seja maravilhoso! E que você se sinta especial e tão importante como, sem dúvida, é para o seu filho (a). 

FELIZ DIA DAS MÃES!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Mãeguru



Às mamães que adoram trocar figurinhas sobre a maternidade e redes sociais, fica aqui a minha dica. Acabo de descobrir um app que estou amando: Mãeguru. O aplicativo reúne mães todos os cantos para compartilhar dicas, experiências, tirar dúvidas desde a gestação até quando for conveniente. É um espaço de mãe para mãe. Descobri na semana passada e estou adorando.

A marca está também no facebook. Clique aqui para acessar e curtir a página.

Então, #ficaadica do Minha Vida em Semanas...


CURIOSIDADE: O bebê com 7 meses e 3 semanas – O bebê adora brincar de esconde-esconde. Coloque uma fraldinha na frente do seu rosto e deixe-o tirar, dizendo "Achou!". Ele vai ficar fascinado, porque está começando a entender o conceito de permanência – deixa de achar que as coisas desaparecem para sempre só porque não estão diante de seus olhos. (Fonte: Baby Center)

quarta-feira, 11 de março de 2015

AMAmentação


Quem disse que amamentação é um ato instintivo, de fato nunca amamentou. Eu já tive esta experiência duas vezes e vou relatá-las. Vira e mexe, alguém me procura, perguntando sobre o assunto, então acho que posso contribuir de alguma forma.


Amamentar é sim um ato de muito amor, mas a força de vontade da mãe deve caminhar junto, pois o início não é nada fácil. Nos primeiros dias, a mãe costuma sofrer muito com dores no peito. Às vezes o peito enche muito, a ponto de o bebê não conseguir mamar e o bico acaba rachando. Já para o bebê, a dificuldade costuma ser na pega do bico para a sucção. Essa pega errada também machuca o peito da mamãe. Todo esse sofrimento pode se estender até o segundo mês. 

1º filho

Como muitos sabem, a gravidez do Davi foi bastante corrida, pois descobri tarde (com 16 semanas) e ainda tive que enfrentar o diagnóstico da Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE) do meu filho. Entre a busca pelo melhor tratamento ao meu filho, viagens, trabalhos e tentar curtir o máximo a gravidez, não tive tempo para me informar sobre a amamentação. Não sabia nem que a fase inicial seria difícil. Mas graças a Deus eu tive muita sorte.

O Davi nasceu em São Paulo, no Hospital do Coração (Hcor), com uma equipe excelente. Devido à cardiopatia, ele só pôde começar a mamar com 15 dias de vida. Com isso, eu ouvi muito que ele não iria mais aceitar o peito, que já tinha perdido o “instinto”. Nesse período, eu estimulei a produção do leite retirando com bombinha elétrica. Isso sim foi sofrimento. Pois usar a bombinha antes de o bebê mamar, machuca demais o peito. E como era o meu primeiro filho, o meu colostro começou a sair apenas no segundo dia. Para amenizar a dor, usei a pomada de lanolina Lansionoh. Ajudou muito, tanto na fase que eu tirava leite com a bombinha, quanto no início das mamadas do Davi. E não atrapalhou a pega dele, como muitos dizem por aí.

Quando o Davi foi autorizado a mamar direto no peito, tivemos o acompanhamento de uma equipe de fonoaudiólogos que me ensinou a amamentar e auxiliou o Davi a mamar. A ajuda foi excelente! Eu aprendi a dar o peito e o Davi aprendeu a mamar muito rápido. Aquela dor de ver estrela, que parece que o bebê tem dentes ao pegar o peito no início da mamada, durou apenas três dias. 

Outra coisa interessante que aconteceu comigo foi uma interrupção na amamentação que precisei fazer quando o Davi estava entrando no sexto mês, devido à segunda cirurgia dele. Como ele teve um pós-operatório bem complicado, ficou dois meses e meio fora do peito. Do tanto que eu ouvia que ele não iria mais voltar, pois bastam poucos dias para “desaprender a mamar”, eu já tinha perdido as esperanças. Mas na primeira tentativa, o Davi voltou a mamar com toda a vontade e satisfação do mundo. E mamou até o seu último dia, com 1 ano e 18 dias.

2º filho

Na minha segunda gravidez, como eu já tinha passado por quase tudo, ignorei os cuidados para a amamentação. E como eu me arrependo. Parecia que eu nunca tinha passado por isso. Para mim, o que mais pesou foi a falta de uma equipe competente quando a Alice nasceu. Ela nasceu no Hospital Santa Helena e infelizmente não tivemos boa experiência. A maternidade estava cheia, tumultuada, e mal conseguíamos 5 minutos de atenção com as enfermeiras. Como eu tive muito leite desde o início, a Alice teve dificuldade na pegada. A cada mamada eu e ela chorávamos, eu de dor e ela por não conseguir mamar. No dia que recebi alta do hospital, já em casa, o meu peito rachou a ponto de sangrar. Foi desesperador. No dia seguinte, o meu peito estava quase explodindo de tanto leite e a Alice continuava sem conseguir mamar. Então, fomos ao banco de leite do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) – eu, a Alice e o meu marido. Nós três aprendemos muito com a enfermeira que nos atendeu, eu e o Fábio a colocar a Alice no peito e a Alice com a pegada. 

Como o meu peito machucou muito, testei todos os artifícios para acabar com o meu sofrimento. Nas três primeiras semanas, eu só conseguia amamentar quando o meu marido colocava a Alice no meu peito. Devido à dor extrema que eu sentia, não tinha coragem de fazer isso sozinha. Quando o Fábio não estava em casa, eu demorava horas preparando o meu psicológico para colocá-la no peito, o que a irritava muito. A Lansinoh, que me ajudou tanto na época do Davi, dessa vez atrapalhou a pegada da Alice, pois deixava o bico escorregadio. Usei óleo de girassol, mas não vi efeito. Peguei sol todos os dias, passava o próprio leite para acelerar a cicatrização, andava em casa pelada para os seios respirarem, fiz compressa de camomila e usei o protetor de gel Mamare. Tudo isso ajudou, mas não foi o suficiente. 

O melhor método para mim foi o bico de silicone. É indicado intercalar com o bico do peito sem proteção, para o bebê não estranhar quando a mãe for deixar de usar. Como o meu bico ficou extremamente machucado, eu não conseguia amamentar sem o protetor. Mas não tive problema nenhum, a Alice não sentiu diferença quando deixei de usar. Fiquei com o bico de silicone durante um mês.

Conclusão, a melhor forma de prevenir o sofrimento da amamentação, é cuidar dos seios ainda durante a gestação. Tome pelo menos 15 minutos de sol por dia. Existem outros métodos famosos, como usar bucha vegetal, mas como eu não experimentei, não posso opinar. 

Por mais curta que seja essa fase chata da amamentação, sempre parecerá que vai demorar um século a passar, mas vale muito a pena insistir, pois amamentar é a parte mais deliciosa da maternidade. É um momento só da mãe e do bebê, de pura entrega entre ambas as parte. Amamente!
CURIOSIDADE: O bebê com 6 meses – Aproveite que seu bebê está mais sociável para mostrar que outras pessoas também podem gostar dele e tratá-lo bem. Deixe-o, de vez em quando, sozinho na casa da vovó ou aos cuidados de alguém de confiança. A experiência vai ajudar seu filho a se sentir mais seguro quando ele começar a ficar ansioso ao se separar de você ou do pai. (Fonte: Baby Center)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CineMaterna

Ontem a Alice foi ao cinema pela primeira vez. Curtiu o escurinho, os amiguinhos e se comportou muito bem para a mamãe assistir ao filme. A maravilhosa experiência foi do CineMaterna, um projeto que abre sessões de cinema, pelo Brasil, para mães (pais e acompanhantes) com seus bebês de até 18 meses, seguidas de bate-papo em local próximo.  
Alice no escurinho do cinema
Nesta semana, a sessão aconteceu pela primeira vez no Park Shopping, com o filme “Loucas pra Casar”. Os filmes são para entretenimento dos adultos. O evento foi um sucesso, com a sala lotada e uma organização incrível. Na entrada do cinema, a equipe do CineMaterna organiza um estacionamento de carrinhos de bebê. Se a mãe precisar de ajuda para entrar na sala (com bebê, bolsa etc), tem sempre alguém uniformizado de rosa para ajudar. E a sala é preparada para os pequenos, com trocador, fraldas, lencinhos umedecidos, luz baixa (acesa durante o filme), som mais baixo e ar condicionado em temperatura agradável.  
Estacionamento de carrinhos
Após o filme, a programação se estende para uma reunião agradável das mães e bebês. Ontem, o bate-papo foi na Rihappy, parceira do CineMaterna, que ofereceu um café da tarde na loja, com piscina de bolinha, lanches, pipoca e balão para a garotada. Foi uma delícia.
Pura diversão
Em Brasília, além do Park Shopping, o CineMaterna já foi aos cinemas do Pier 21, do Iguatemi e do Casa Park. As sessões costumam ser nas terças-feiras, mas não tem toda semana. A programação é disponibilizada no site cinematerna.org.br. A próxima sessão de Brasília será no dia 24 de fevereiro, no Shopping Iguatemi. O filme será definido uma semana antes, por meio de enquete. E no dia 03 de março, terá novamente no Park Shopping

E você, mamãe, já curtiu o CineMaterna? Compartilhe a sua experiência!

CURIOSIDADE: O bebê com 4 meses e 3 semanas – Quer fazer o bebê dar uma boa gargalhada? Tente imitar as expressões faciais e os sons que ele faz. Ele não só vai rir à beça como também vai aprender elementos da comunicação. Imitação e repetição são ingredientes básicos para o desenvolvimento do cérebro nesta etapa. Ao ouvir você dizer as mesmas palavras a toda hora, o bebê pode até começar a balbuciar sons quase reconhecíveis, incluindo "ma-ma". (Fonte: Baby Center)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A chegada de Alice

A caminho da maternidade

A minha princesa chegou, no dia 11 de setembro, com 39 semanas completas. Infelizmente eu não consegui realizar um dos meus sonhos, que era o parto normal. Mas realmente seria difícil e eu jamais colocaria em risco a saúde da minha filha. No dia anterior ao nascimento, fiz o último ultrassom e o meu líquido amniótico já estava muito baixo. Então, já marcamos a cesárea para o dia seguinte. 

A ansiedade de todos que me rodeiam se aflorou ainda mais, até à tarde daquela quinta-feira. Às 14h40, a Alice saiu da minha barriga, pesando 4,4kg e medindo 53cm, na maternidade do hospital Santa Helena. Um bebezão que deu trabalho para sair até por cesárea. 


A Alice é uma bebê supertranquila, só mama e dorme, praticamente nem chora. Uma bênção! Inclusive, surpreendeu-me no dia da vacina e para furar a orelha, chorou muito menos do que eu esperava.

AMAMENTAÇÃO

Ao contrário do que muita gente pensa, amamentar não é simplesmente um ato instintivo. Há uma série de variáveis que influenciam o início desta fase. Inclusive, o processo é totalmente diferente de um filho para o outro. Pelo menos comigo está sendo assim. 

Eu ainda estou vivendo o lado B da amamentação, bicos feridos e dor intensa, parece que a Alice tem dentes. Eu já conhecia esse lado da amamentação, mas com o Davi passou bem mais rápido. E com ele, acho que foi mais fácil, pois eu só recebi alta da maternidade quando eu e ele aprendemos exatamente como deveríamos fazer. Desta vez, eu estou produzindo muito leite, eu já até doei, pois o meu peito estava enchendo demais, o que dificultava a pegada da bebê.

No dia seguinte da nossa alta da maternidade, o meu peito estava quase explodindo. Então, fui ao banco de leite do HMIB (Hospital Materno Infantil de Brasília). Lá tem um atendimento excelente às mães e famílias. Fui auxiliada na ordenha, aprendi muitos macetes importantes para amamentar: as melhores formas de segurar o bebê, cuidados com os seios e a enfermeira que nos atendeu também ensinou a forma certa da pegada à Alice e ao meu marido, que é o nosso principal apoio nas horas das mamadas. Clique aqui para conhecer a forma correta de amamentar o bebê. 

Como os meus peitos estavam muito cheios, também aprendi as melhores formas de massageá-los para tirar o excesso de leite, antes de dar o peito à Alice.  Não chegaram a empedrar, mas estavam bastante duros. Segundo a enfermeira que me atendeu, o leite vira uma espécie de gelatina e obstrui os canais de saída, por isso fica difícil para o bebê mamar e o deixa extremamente irritado. Aprendi duas formas para massagear os peitos: fazendo círculos com as mãos fechadas, usando os ossos das mãos, sobre os blocos de leite mais duros; ou usando um massageador eletrônico. Clique aqui e veja como preparar a mama para a amamentação.

Agora estou cuidando dos bicos dos meus seios que machucaram bastante. Para isso, estou passando a pomada de lanolina Lansinoh, o óleo de girassol Dersani, o próprio leite e pegando sol nos peitos diariamente, de manhã (antes das 10h) e à tarde (após às 16h). O principal motivo que causa fissuras no peito é a pegada errada do bebê. 

RECUPERAÇÃO DA CESÁREA

Outra experiência que foi extremamente diferente entre os meus dois filhos. Quando ganhei o Davi a minha recuperação foi excelente, nem parecia que eu tinha sofrido uma cirurgia. Agora, foi bem mais difícil. Mas eu acredito que os cenários foram os grandes diferenciais. Como o Davi nasceu e foi direto para a UTI, eu não vivi a rotina materna inicial de cuidar do bebê, pegar no colo, amamentar. O repouso contribuiu muito para a minha recuperação. Agora, com a Alice, que realizei todas as tarefas de mamãe (com o maior prazer), eu senti mais os efeitos da cirurgia. Mas já estou bem e em uma semana eu já sumiram os 8kg que eu ganhei durante a gravidez. 

ALICE

Apresento a vocês a minha princesa linda: